sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O que as igrejas têm a ver com a corrupção - Editorial/Edição/184


As igrejas seriam em tese as responsáveis pela promoção da moralidade, da ética, da impessoalidade, da improbidade e da justiça. Muitos nos perguntam como o jornal Folha Evangélica tem coragem de denunciar agentes públicos corruptos? - A resposta é simples, se olhamos para dentro da Palavra escrita pelos homens inspirados por Deus, vamos encontrar versículos que denunciam a corrupção, as injustiças, e a opressão contra os fracos e oprimidos. 
As igrejas, seus lideres tem a responsabilidade de alertar os fiéis sobre os perigos da corrupção e os males que elas causam a sociedade. A forma de expressão do primeiro século, que usava figuradamente os ter­mos rico e pobre para se referir-se aos corruptos e opressores nos dão a chave para entendermos os conselhos de Deus, qual anuncia a destruição dos ímpios (corruptos). 

A Palavra de Deus condena a opressão e a corrupção, exor­tando quanto à defesa dos pobres, desvalidos e necessitados. Deus se preocupa com as rela­ções sociais, portanto, criou riquezas imensas e capacitou os homens a produzirem ainda mais. Deus condena a Omissão dos que fecham os olhos ou faz de conta que não vê! Exemplo, como pode a “Igreja” se associar com um Governo que faz vista grossa aos clamores da sociedade que grita por atendimentos básicos a saúde, educação e empregos? 

O texto bíblico de Provérbios 24.11 e 12, apresenta uma importante advertência: "Livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos. Se disseres: Não o soubemos, não o perceberá aquele que pesa os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma?" Segundo o comentário da Bíblia de Estudo de Genebra, "ninguém pode usar a desculpa de ignorância para evitar a responsabilidade de ajudar os outros que está em necessidade". Deus sabe se realmente desconhecemos as situações de injustiça ou se simplesmente fingimos desconhecer; ou, ainda, se já nos acostumamos com elas, achando tudo normal. “Ai dos “pastores” que se dizem pregadores da Palavra que se omitirem em fazer justiça pelas suas palavras contra as injustiças contra os menos favorecidos”. 
A Bíblia não condena o rico e nem o “político” que adquire bens de modo lícito e honesto. Em (Tiago) vemos a condenação daqueles que por serem ricos (políticos Poderosos), tornam-se opresso­res e corruptos. Tal condenação é mais severa, ainda, quando tais pes­soas se dizem crentes em Jesus, e agem de modo injusto para com seus governados, empregados, assemelhados e outras pessoas de status inferior. 
Lemos sobre o dever de ajudar o irmão po­bre ( Dt 15.7,8). Mais enfático é o que o Senhor diz a Jerusalém e Judá: "Aprendei a fazer o bem; praticai o que é reto; ajudai o opri­mido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas" (Is 1.17). No Salmo 82.3.4 está escrito: "Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios". Outros textos sobre o tema: Is 3.13-15; 58.6-8; Jr. 22.3-6; Mq 6.8; Ez 16.49,50; Zc 7.9. 
Jesus cuidava do homem in­tegralmente, provas é que multiplicou o pão por duas vezes (Mt 14.13-21; 15.29-38). Em Atos, vemos homens sendo escolhidos para cuidar dos carentes (At 6.1 -6); entre os primei­ros crentes, não havia opressão nem exploração (At 2.44,45; 4.34). Quando disserta sobre os dons de Deus, a Bíblia fala sobre "o que reparte" (Rm 12.8); em Tiago está escrito que a verdadeira religião é "visitar os órfãos e viúvas" (ação social) e "guar­dar-se da corrupção do mundo" (Tg 1.27), repreendendo severamente os que se deleitam (v.5), condenando e matando o justo (v.6). 
A Igreja, mesmo no sentido humano, não pode agir como fazem os partidos e os sindi­catos, deixando se levar por um ativismo (Filosofia Doutrina que faz da atividade a essência da realidade; atualismo. Doutrina que admite algum tipo de oposição entre a ação e os domínios diversos do conhecimento, e que dá primazia à ação, primazia que comporta diferentes graus e definições.) somente político, empunhando bandeiras, e fazendo atos de protestos, Mas deve pregar e agir. pelos meios legais, lícitos, oportunos, convenientes e com fundamento bíblico, contra a opressão e a corrupção. 
Para tanto, a Igreja precisa deve administrar corre­tamente os recursos financeiros de que dispõe, aplicando inteligente e honestamente os dízimos e ofertas, investindo em missões locais, nacionais e transculturais, cuidando dos necessitados, dos órfãos e das viúvas. Defendendo-os dos corruptos, ímpios e dos crentes opressores. Não deve­mos ter "visão de avestruz", que enterra o pescoço na areia para não ver o mal. Não adiantam combater usos e costumes, quando se fecha os olhos e fica em silêncio frente a opressão dos governos e dos poderosos. 
“A Marcha para Jesus em Santa Catarina, precisa rever o conceito, pregar a palavra de Deus é abrir a boca contra as injustiças, abraçando a bandeira da advertência aos fiéis de que a corrupção é o pior mal, desde a fundação da raça humana”. 
A Igreja, bem como os pastores, líderes religiosos, etc,.. Não podem se dizer seguidores de Cristo estando estes negligenciando e omitindo frente às injustiças que se agigantam ferozmente contra os direitos dos mais fracos e oprimidos, finalizo este editorial com a determinação de Deus as igrejas– “Abre a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados. Abre a boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados” (Provérbios 31.8,9). Diante do que se assiste à volta, realmente muitos ficam desanimados, pois a impressão que se tem é que os injustos sempre prevalecem. Porém, a Palavra de Deus recomenda a prática incansável do bem, pois, mais cedo ou mais tarde, cada um ceifará o que tiver semeado (Gl 6.6-10). 
José Santana 

Exclusivo/CAPA/: Rombo de 28 milhões na previdência em São José pode ter sido criminoso



Exclusivo/pág/4: Rombo na São José Previdência _ o que ainda não foi publicado ?


Exclusivo/pág/05: Banco Central não garante ressarcimento?


Exclusivo/pág/06: Quem são os responsáveis?


Exclusivo/pág/07: Day Trading é uma "aplicação Arriscada"


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

PREFEITO DJALMA BERGER ANUNCIA IMPLANTAÇÃO DE 11 NOVOS CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL


Investimentos nessas unidades serão de R$ 13,5 milhões, entre recursos próprios e federais
A Prefeitura de São José está trabalhando firme para inaugurar mais 11 Centros de Educação Infantil no município. Desses, 6 utilizarão recursos próprios (5 já estão em construção e 1 em processo licitatório), 3 serão construídos com recursos federais e outros 2 (um que foi municipalizado e outro locado) estão passando por uma reforma para receber os alunos da educação infantil.
 “Serão aproximadamente 2.500 novas vagas para atender crianças na faixa etária de 0 a 6 anos. A educação infantil representa a maior demanda por vagas no ensino que temos no município”, frisa o Prefeito Djalma Berger.
Duas dessas unidades devem começar a funcionar já a partir de fevereiro de 2012: no Bairro Ipiranga, onde a Secretaria de Educação locou um espaço para instalação do CEI, e no Bairro Jardim Santiago (o CEI Goiabal), onde a Prefeitura está reformando uma unidade municipalizada.
Os cinco novos CEIs em construção estão localizados em: Campinas, Lisboa, Real Parque, Jardim Zanelatto e Bela Vista.
Os outros três - com recursos do Pró-Infância, do Governo Federal - serão construídos nos Bairros Serraria, Forquilhinha e Potecas.
Cada unidade escolar terá cerca de 1200m² de área construída com berçário, pátio coberto, refeitório, lavanderia, cozinha, despensa, além de salas de aula, de informática, multiuso, administrativas e pedagógicas. Os espaços estão sendo projetados de acordo com as normas de acessibilidade, sistema de captação para aproveitamento da água da chuva e da energia solar.
O Secretário Municipal Círio Vandresen resume a meta planejada para a educação infantil: “Para cada três vagas oferecidas ao longo dos 28 anos de educação infantil em São José, vamos oferecer mais duas”.
Para o próximo ano, o Prefeito Djalma Berger também anunciou que em cada unidade escolar da rede municipal de ensino serão instaladas de 12 a 16 câmeras, os locais serão selecionados e monitorados em parceria com as associações de pais e professores.
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(48) 3381-0168