Em Brasília, a comitiva catarinense esclareceu que, como muitos pomares foram afetados pelo granizo e as perdas não foram cobertas, os fruticultores acumulam dívidas. “É preocupante, pois eles não conseguem investir na produção, nem renegociar os débitos, uma vez que estão sem crédito”, expressou Colombo, solicitando atenção também para uma linha de crédito que garanta a instalação de telas protetoras de granizo sobre as plantações.
Os técnicos do Ministério garantiram que já existe linha de crédito, aprovada em 2010, para a instalação da proteção, enquanto o ministro Ortolan se comprometeu a tratar do assunto com urgência, analisando a inclusão dos produtores no próximo Plano Safra. “É preciso dar condições para que eles paguem suas dívidas”, complementou o governador.
Por sugestão do secretário-executivo de Articulação Nacional, Acélio Casagrande, uma audiência no Ministério da Fazenda será agendada para pedir a rápida liberação do montante atrasado, referente à safra passada.
ARROZ
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